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Lendas e folclore
- Pedra do Holandês – os mais antigos e populares da cidade relatam que existira na cidade por volta dos anos de 1891 um jovem de pele branca e olhos claros, possivelmente descendente da migração holandesa do século XVII, que por sinal muito preguiçoso e relaxado. Todos os dias o “holandês” fugia do seu trabalho de agricultor e seguia para banhar-se no rio Una… E lá via-se-o pulando da pedra abaixo, a mergulhar no rio, naturalmente os moradores da região começaram a chamar a pedra de “Pedra do Holandês”.
- Pedra da Moça – esta é mais uma lenda que se refere a uma pedra, desta vez seria uma moça muito bela que fora banhar-se no rio Carimã, e acabara morrendo afogada. Em algumas noites, há relatos de pessoas que ouviram-na pedir socorro aos gritos.
- Cemitério de Cavalos – localizado no alto de um morro, hoje se encontra a Escola Professor Joaquim Augusto de Noronha Filho (EPJANF), reza a lenda que fora um dia um cemitério de cavalos, onde também havia sacrifícios de cavalos/éguas com doenças irreversíveis, num desses sacrifícios um dos cavalos sofreu horrores para enfim chegar em estado de óbito e, nos dias de hoje pessoas relatam que em algumas madrugadas pode-se ouvir rinchadas e velozes passadas de cavalos no lugar.
- João Galafuz – antigos pescadores, residentes do litoral barreirense, na Praia do Porto, contam que nalgumas noites de maré cheia, via-se o cabloco João Galafuz no horizonte, sobressaindo das ondas com sua distinta luminosidade.
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